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Innovación 6.0: en fin de la estrategia

Innovación 6.0: en fin de la estrategia
Autor: Xavier Ferrás 
Barcelona, Espanha: Plataforma Editorial, 2010
ISBN: 978-84-96981-48-5
Total de páginas: 197 
 

Xavier Ferrás, professor de Administração de Operações e Inovação da ESADE Universidad Ramon Llull de Barcelona, apresenta em seu livro “Innovación 6.0: el fin de la estrategia” o debate de que a única estratégia viável para enfrentar a hipercompetitividade deste século é a inovação sistemática em todas as dimensões, alertando que a mudança de paradigma ocorre não só do ponto de vista estratégico, mas estende-se ao ecossistema de inovação. Utiliza para tanto, a analogia que as empresas são organismos vivos, que competem por recursos limitados para sobreviver e que têm claras as regras de morte, como em um ecossistema biológico real. 

Evolução da Inovação

A Inovação 1.0, intitulada “Óvulo Tecnológico”, surgida em meados do século passado, era caracterizada por um processo linear de inventar, e posteriormente vender a invenção, tanto que, os atores eram basicamente os departamentos de P&D e o mercado. A inovação não pertencia à esfera estratégica da empresa, porque a estratégia, simplesmente inexistia. Um exemplo citado por Ferrás é a atuação da General Motors em um mercado expansivo, de fraca competição e com déficit de ofertas, pois assim, a direção da empresa se consistia em produzir e vender sem problemas. O período da Inovação 1.0 prescindia de estudos de sociologia dos mercados e de psicologia do consumidor. 

A Inovação 2.0 ou “Aparecimento do Mercado” é decorrente da inevitável entrada de novos concorrentes, incremento da oferta e exigência do consumidor. Nas empresas, a análise estratégica dos mercados e de informações podiam prever as preferências e comportamentos dos clientes, desenvolvendo-se assim, o marketing como corpo de conhecimento organizado. A Inovação 2.0 supõe a reconciliação e a colaboração das culturas de marketing e de tecnologia. Assim, percebendo-se das necessidades insatisfeitas, patentes ou latentes do mercado, a inovação amplia seus tentáculos, saindo do óvulo tecnológico, abraçando irreversivelmente o mercado. 

A “Empresa como Sistema Inovador” é a Inovação 3.0, caracterizada pelas oportunidades de inovação em qualquer âmbito da organização: inovações organizativas, logísticas, produtivas ou de novos canais, englobando todos os processos de negócio. Ferrás (2010) cita o exemplo da indústria automobilística, o setor mais competitivo e tecnologicamente avançado, que teve sua ruptura em inovação organizativa nesse período: o just-in-time. Os exemplos citados são da Toyota, que converteu cada funcionário em um autêntico agente de mudança interna, assim como 3M, Hewlett-Packard e Google, casos emblemáticos da participação do indivíduo no processo de inovação coletiva. 

[segue...]

 

Resenha elaborada por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO e publicada pela Revista Administração - Ensino e Pesquisa (RAEP), edição do 4o. trimestre de 2013, p. 873-886. Para acessar a resenha completa "Inovação 6.0: a abordagem de um professor catalão" - clique aqui 

 

Caso o link não funcione, o arquivo PDF é disponibilizado a seguir.

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