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Enseñanza superior nocturna en Brasil: ¿estudiar para trabajar o trabajar para estudiar?

Enseñanza superior nocturna en Brasil: ¿estudiar para trabajar o trabajar para estudiar?

Artigo escrito por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO, tendo sido publicado na Revista Odiseo de Pedagogía do México na edição de julho-dezembro/2006.

Resumo: Das 4.453.156 matrículas no ensino superior no Brasil, 60,1% está no período noturno. O índice é elevado neste período e tem crescido anualmente, pois permite que o estudante trabalhe durante o dia para custear seus estudos. Este fato tem exigindo que a relação Educação-Trabalho se torne cada vez mais estreita, para tanto, a maioria das instituições privadas de ensino superior tem atribuído elevada prioridade à “formação profissional” de seus estudantes. O Estado deve incentivar a criação de novos postos de trabalho através de políticas públicas, as empresas devem contribuir para a especialização de seus profissionais e o sistema educacional deve oferecer, além da formação profissional, a formação do homem e do cidadão. A velocidade da evolução tecnológica na atualidade tem imposto um contínuo processo de mudanças e adaptações a uma economia globalizada e neoliberal, que tem no débil tripé com suas incongruentes escoras Estado, Empresas e Escola sua sustentação.

 

Para acessar o artigo: CLIQUEAQUI

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