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O ensino superior noturno no Brasil: história, crescimento e políticas públicas no início do século XXI

Artigo escrito por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO e Iraíde Marques de Freitas Barreiro, tendo sido publicado na Revista Ibero Americana de Educación em 2013.

Este artigo tem três objetivos distintos e complementares. O primeiro é efetuar um rápido resgate histórico da criação do ensino noturno no país, incluindo o ensino superior, fato ocorrido em meados do século passado. O segundo, deixar evidente a expansão do ensino superior noturno, pois em 1998 dos 2,1 milhões de estudantes do ensino superior em cursos de graduação presenciais, 55,3% estavam matriculados no período noturno; em 2010, 12 anos depois, dos 5,4 milhões de estudantes do ensino superior, o índice no período noturno é 63,5%. 

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Higher Education in Evening Courses in Brazil: History, Growth and Public Policies at the Beginning of the XXI Century

Artigo escrito por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO e Iraíde Marques de Freitas Barreiro, tendo sido publicado na Revista SAP - Scienting and Academic Publishing dos Estados Unidos em 2012.

Summary: there are three distinct and complementary objectives in this article in order to clarify the higher education outline in Brazil, specifically evening courses (classes are held on weekdays, generally from 7:00 pm to 10:30 pm) and thesecurrent sector policies. The first objective is to present a short historical overview on the establishment of evening courses in Brazil, including those in the higher education level, occurred on the middle of last century.

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Enseñanza superior nocturna en Brasil: ¿estudiar para trabajar o trabajar para estudiar?

Artigo escrito por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO, tendo sido publicado na Revista Odiseo de Pedagogía do México na edição de julho-dezembro/2006.

Resumo: Das 4.453.156 matrículas no ensino superior no Brasil, 60,1% está no período noturno. O índice é elevado neste período e tem crescido anualmente, pois permite que o estudante trabalhe durante o dia para custear seus estudos. Este fato tem exigindo que a relação Educação-Trabalho se torne cada vez mais estreita, para tanto, a maioria das instituições privadas de ensino superior tem atribuído elevada prioridade à “formação profissional” de seus estudantes. O Estado deve incentivar a criação de novos postos de trabalho através de políticas públicas, as empresas devem contribuir para a especialização de seus profissionais e o sistema educacional deve oferecer, além da formação profissional, a formação do homem e do cidadão. A velocidade da evolução tecnológica na atualidade tem imposto um contínuo processo de mudanças e adaptações a uma economia globalizada e neoliberal, que tem no débil tripé com suas incongruentes escoras Estado, Empresas e Escola sua sustentação.

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Insegnamento superiore serale nelle grandi città brasiliane: oltre l’educazione

Artigo escrito por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO e Hélia Sônia Raphael, tendo sido publicado no site da Associazione Italiana de Sociologia - sezione di Sociologia dell'Educazione em 2005, abordando as dificuldades no dia a dia do estudante di ensino superior noturno no Brasil.

 

"Bambino! Non vedrai nessun paese come questo: imita nella grandezza la terra in cui sei nato!" (Olavo Bilac, La Patria, 1904).   [...] Attraverso intelligenti politiche pubbliche, come l’istituzione di partnership con l’iniziativa privata e l’investimento in infrastrutture, alleate con le perenni richieste dei professori per il miglioriamento delle loro condizioni di lavoro, potremo costruire (o ricostruire?) una nazione nella quale la cittadinanza sia riconosciuta e valorizzata. In caso contrario, la frase di Olavo Bilac scritta 100 anni fa "Non vedrai nessun paese come questo", dovrà esser rivista, riprendendo il titolo di un libro dello scrittore brasiliano Ignácio de Loyola Brandão: “Non vedrai nessun paese...”. 

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O cenário urbano para o estudante do ensino superior noturno na cidade de São Paulo: triste realidade ou palco de heróis?

Artigo escrito por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO e Paschoal Quaglio, tendo sido publicado na Revista Millenium do Instituto Politécnico de Viseu, Portugal em maio de 2005.

Resumo: O ensino superior no Brasil tem nos cursos de graduação 3.479.913 matrículas, das quais, 57,6% estão no período noturno. A cidade de São Paulo, a mais populosa do país, com 10.434.252 habitantes, tem 377.471 matrículas, das quais estima-se que mais de 250.000 estejam no período noturno. O estudante do período noturno, que em geral, trabalha durante todo o dia e vai direto do local de trabalho para a instituição de ensino, enfrenta um cenário urbano hostil: trânsito caótico, dificuldades de transportes e problemas de segurança pública, entre outros. Pesquisa realizada em 2002, junto a 244 estudantes de um curso de Administração de Empresas de uma instituição privada localizada na zona norte da cidade evidenciou estes aspectos. Em 2004, pesquisa realizada a junto 16 alunos de pós-graduação de curso noturno (lato sensu) em Docência do Ensino Superior, os quais também são professores, ratificou as constatações anteriores.

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