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Gerenc. Projetos de Inovação nas instituições de ensino São Paulo

Artigo científico escrito por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO, Ana Clara Bortoleto Nery e Ana Laura Bentancor, tendo sido publicado no Chile na Revista de Estudios y Experiencias en Educación (REXE) - Vol. 14 - Nº 27 - Diciembre 2015 - pp. 85 - 103. Esta Revista é da Facultad de Educación da Universidad Católica de la Santísima Concepción, que fica na cidade de Concepción no Chile. O artigo foi publicado em língua espanhola e tem por título original "Gestión de proyectos de innovación en las instituciones educativas privadas en San Pablo".

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Resenha do livro "Innovación 6.0: en fin de la estrategia"

Xavier Ferrás, professor de Administração de Operações e Inovação da ESADE Universidad Ramon Llull de Barcelona, apresenta em seu livro “Innovación 6.0: el fin de la estrategia” o debate de que a única estratégia viável para enfrentar a hipercompetitividade deste século é a inovação sistemática em todas as dimensões, alertando que a mudança de paradigma ocorre não só do ponto de vista estratégico, mas estende-se ao ecossistema de inovação. Utiliza para tanto, a analogia que as empresas são organismos vivos, que competem por recursos limitados para sobreviver e que têm claras as regras de morte, como em um ecossistema biológico real.

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A inovação e os projetos de inovação

por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO 

As definições de projetos sempre envolvem questões de temporalidade e singularidade. Temporalidade, pois todo projeto tem um início e fim determinados, ou seja, é finito; singularidade, pois todo projeto é único, singular, pois o produto/serviço gerado pelo projeto é diferente de todos os anteriores, mesmos que sejam similares. Esses dois conceitos permeiam as definições de projetos, de forma implícita ou explícita, conforme destacam os professores Roque Rabechini Jr. e Marly Monteiro de Carvalho no excelente livro “Fundamentos em Gestão de Projetos”, da Editora Atlas (3ª. edição, 2011).

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A condução de dinâmicas de grupos em projetos

por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO 

Cada vez mais, nos projetos desenvolvidos nas organizações privadas, públicas e ONGs, o trabalho em equipe se faz presente por diversos fatores: pela complementação de conhecimentos, pela vivência de cada profissional, pela sinergia gerada na interação social. Os relacionamentos interpessoais propiciam o estabelecimento de amizades e também acirram competitividade entre as pessoas. Prova da valorização do relacionamento social nas organizações é que mesmo com todos os propagados benefícios do Home Office (redução do tempo de transporte, maior proximidade com família, menor poluição da cidade), tenho notado que os profissionais têm declinado de trabalhar no ambiente doméstico, preferindo ir ao escritório e discutir com superiores, pares e subalternos suas ideias e experiências, afinal, mesmo com as facilitadoras tecnologias disponíveis, o Home Office tem se tornado uma modalidade solitária de trabalho, isolando o profissional de um convívio estimulante e que muitas vezes promove a integração do grupo.

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El profesor como investigador: ¡acción ya!

Artigo escrito por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO, tendo sido publicado na Colômbia na Revista Q - Tecnología, Comunicación y Educación da Universidade Bolivariana de Medellín - edição julho-dezembro/2009.

Resumo: Este texto apresenta a importância da pesquisa no dia a dia do professor, mostrando que pesquisa e docência são indissociáveis: seja pesquisa stricto sensu (em nível de mestrado ou doutorado) ou de sua prática pedagógica, aquela que o professor deve e pode realizar no seu cotidiano. Este artigo apresenta os resultados de dois trabalhos desenvolvidos em sala de aula. O primeiro com 117 alunos de pós-graduação das cidades de São Paulo e São José dos Campos, a fim de validar se a retenção de conhecimentos está associada com o uso dos sentidos, ou seja, se a comentada relação de retenção 20%, 30% e 50% é verdadeira: 20% para ouvir, 30% para ouvir e ver e 50% para ouvir, ver e fazer.

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Inovação tecnológica: mais que aprendizado, uma postura

por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO

Você já notou a diferença de habilidade que há na utilização de computadores, celulares, controles remotos e câmeras digitais, quando se observa um jovem de 20 anos e uma pessoa na faixa dos 60? Em geral, o jovem demonstra facilidade e interesse pelas novas tecnologias, enquanto a pessoa madura demonstra dificuldades no manuseio e rejeição, alegando complexidade e funções desnecessárias. Desde 1903 se conhece o padrão de disseminação tecnológica dividido em cinco grupos de usuários: inovadores, adeptos iniciais, maioria adiantada, maioria atrasada e retardatários. Os inovadores, que representam 2,5%, são as pessoas mais ousadas ou extremistas, que adoram novas tecnologias, pagam por elas, falam delas e se sentem orgulhosas por serem os precursores, conforme apresentado na figura a seguir.

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O uso dos sentidos na retenção da informação

por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO 

Tanto na área acadêmica como na empresarial é usual relacionar-se os percentuais 20-30-50 com a utilização dos sentidos humanos nos processos de aprendizagem. Diz-se que, em média, uma pessoa retém cerca de 20% daquilo que ouve, 30% daquilo que ouve e vê, e 50% do que ouve, vê e pratica. A teoria de que o nível de retenção da informação é maior quando se utiliza de forma integrada outros sentidos humanos parece óbvia, pois acrescenta-se a visão à audição e a outros estímulos mentais e motores.

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O disseminado modelo 20%, 30% e 50% no ensino é mito ou realidade?

por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO 

Tanto na área acadêmica como na área empresarial é usual relacionar-se os percentuais 20-30-50 com a utilização dos sentidos humanos no processo de ensino-aprendizagem. Fala-se que, em média, uma pessoa retém cerca de 20% daquilo que ouve; 30% daquilo que ouve e vê; e 50% do que ouve, vê e pratica. A teoria de que o nível de retenção de informação é maior quando se utiliza de forma integrada outros sentidos humanos parece óbvia, pois acrescenta-se a visão à audição e outros estímulos mentais e motores.

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Teoria e prática: duas faces da mesma moeda

por Armando Terribili Filho da IMPARIAMO

Os debates entre Teoria e Prática são infindáveis, pois os defensores da prática alegam que a teoria é pouco efetiva, uma vez que sua aplicação é sujeita a condições específicas e particulares; por outro lado, os defensores da teoria alegam que os conceitos são as verdadeiras fontes do saber e conhecimento. Os argumentos utilizados por aqueles que defendem o pragmatismo e os teóricos são fortes, consistentes, providos de lógica e amparados por vivências e valores pessoais, talvez por isto, estes posicionamentos se mostrem tão parciais.

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